Obrigado
por agir

Sua participação é um poderoso lembrete aos líderes mundiais de que os civis em conflitos precisam de respeito e proteção.

Neste Dia Mundial Humanitário, vamos nos unir em solidariedade aos milhões de pessoas vítimas de conflitos armados. Civis #NotATarget.
Ao assinar este abaixo-assinado, sua voz será ouvida por líderes ao redor do mundo. Não há tempo a perder e a razão disso é simples.

Enquanto você lê este texto, as pessoas vítimas das feridas de guerra estão sofrendo. Civis em áreas urbanas estão lutando dia após dia para encontrar comida, água e abrigo, enquanto ataques aéreos e balas perdidas tiram muitos de suas casas, sujeitando-os a extrema vulnerabilidade, preconceitos e abusos. Crianças são recrutadas e usadas nos combates, e suas escolas são usadas para fins militares. Mulheres vivem no medo, são abusadas sexualmente por combatentes e, depois, são amaldiçoadas nos vilarejos. Mesmo enquanto os trabalhadores humanitários prestam ajuda e os profissionais da saúde cuidam dos feridos e doentes, tornam-se alvos diretos, são tratados como ameaças e impedidos ilegalmente de levar alívio e cuidado aos que tanto necessitam.

Muitos dos pedidos abaixo já foram explicitamente manifestados nos regulamentos internacionais de guerras de longa data, os quais são frequentemente violados pelos grupos combatentes. Com a sua ajuda, podemos expressar nossa profunda frustração e preocupação, pedindo que todos os líderes atuem e façam tudo que estiver aos seus alcances para proteger os civis.

Juntos, estamos pedindo que os líderes:

1. Protejam os civis em cidades e vilarejos, bem como suas casas e os serviços essenciais de que dependem.

2. Comprometam-se a proteger as crianças extinguindo seu recrutamento e uso em combates, além de preservar o acesso das crianças à educação endossando a Declaração de Escolas Seguras.

3. Impeçam todas as formas de violência sexual nos conflitos, responsabilizem plenamente os violentadores por seus crimes e ofereçam às sobreviventes oportunidades e apoio para permitir sua recuperação e reintegração à sociedade.

4. Respeitem o direito das pessoas que foram forçadas a deixar suas casas em busca de asilo em outro país; apoiem o esforço do secretário-geral das Nações Unidas de reduzir os deslocamentos internos pela metade até 2030.

5. Assegurem que os trabalhadores humanitários tenham acesso seguro e desimpedido para oferecer alívio às pessoas necessitadas.

6. Permitam que os profissionais da saúde tratem e cuidem dos feridos e doentes independentemente de quem sejam, interrompendo ataques contra esses profissionais, ambulâncias e hospitais.


Ao apoiar o secretário geral da ONU e os trabalhadores humanitários em todos os lugares, pedimos que os líderes mundiais exerçam toda a influência diplomática, política e econômica possível para garantir que os integrantes dos conflitos respeitem e protejam os civis.


Para o futuro de um mundo em que todos queremos viver, pedimos que você coloque sua assinatura para apoiar esta causa.

civis

#notatarget

Todos os dias, milhões de pessoas são feitas reféns de guerras a que elas não deram início. Enquanto isso, o mundo não está atuando de forma eficaz para interromper o sofrimento dessa gente.  Juntos, pedimos que os líderes mundiais façam tudo que estiver aos seus alcances para proteger os milhões de civis, vítimas de conflitos armados.
 

Veja vídeo

lend your

voice

This World Humanitarian Day, raise awareness for civilians trapped in conflict by using our Facebook Live filter. Each video helps deliver a powerful story on behalf of someone trapped in conflict. The more voices that join, the more impactful our message.

Simply click the link below to go live and lend your voice.

   

who we are
advocating for

These are the groups of civilians who need urgent humanitarian assistance and protection, as highlighted in the United Nations Secretary-General Report on the Protection of Civilians in Armed Conflict. Learn more about their plight, as well as the specific action we’re demanding of leaders.

   

This World Humanitarian Day we bring attention to the millions of civilians affected by armed conflict every day. People in cities and towns struggle to find food, water, and safe shelter, while fighting drives millions from their homes. Children are recruited and used to fight, and their schools are destroyed. Women are sexually abused by fighters, then shamed by their villages. As humanitarian workers deliver aid, and medical workers treat the wounded and sick, they are directly targeted, treated as threats, and prevented from bringing relief and care to those in desperate need.

The humanitarian concerns described here can’t possibly capture the lives of all those affected by conflict around the world. From people with disabilities, to the elderly, migrants, and journalists, all civilians caught in conflict need to be protected. Please sign the petition demanding world leaders do everything in their power to protect all civilians in conflict.

   

What Is

World Humanitarian Day?

World Humanitarian Day is held every year on 19 August to pay tribute to aid workers who have risked and lost their lives in humanitarian service. The Day was designated by the General Assembly in 2008 to coincide with the date of the 2003 bombing of the United Nations headquarters in Baghdad, Iraq. Each year, World Humanitarian Day focuses on a theme, bringing together stakeholders from across the humanitarian system to advocate for survival, well-being, and dignity of people affected by crises, and for the safety and security of aid workers.

Safety and Security of Humanitarian Workers

Around the world, humanitarian aid workers operate in dangerous and difficult environments.

Over the past 20 years, 4,132 aid workers have been attacked. In 2016, 91 aid workers were killed, 88 were injured and 73 were kidnapped in the line of duty.1 The majority of these attacks took place in five countries: South Sudan, Afghanistan, Syria, the Democratic Republic of the Congo, and Somalia.

Attacks against aid workers are deplorable and represent clear violations of international humanitarian law. In addition to endangering aid workers, these attacks threaten humanitarian operations and the lives of millions of people who rely on humanitarian assistance for their survival.

1. Humanitarian Outcomes. Aid Worker Security Database. Available from:
https://aidworkersecurity.org/incidents

Canal Hotel Bombing in Baghdad, Iraq, 19 August 2003

On 19 August 2003, a bomb attack on the Canal Hotel in Baghdad killed 22 humanitarian aid workers, including the UN Special Representative of the Secretary-General for Iraq, Sergio Vieira de Mello. Five years later, the General Assembly adopted a resolution designating 19 August as World Humanitarian Day.

The Canal Hotel bombing was a massive loss for the United Nations and the humanitarian community, and marked a turning point for humanitarian operations in Iraq and worldwide.

   

campaign

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